Lowsumerism é o termo que resume a tendência do consumo consciente: “Será que eu realmente preciso disso?” e “Se eu não comprar, vai me fazer falta?”. Essas são perguntas que eu ando me fazendo sempre que me sinto fisgada por uma vitrine, produto ou propaganda interessante. 

Quando eu era criança era comum fazer coleção de objetos, coleção de tazos, coleção de papel de carta, coleção de canetas, coleção de chaveiros, coleção disso, coleção daquilo. Essa mania fazia as pessoas acumularem muitas coisas e manterem objetos só “pra ter”, que não seriam realmente utilizados. 

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A questão em voga é que produzir essas coisas tem um custo tanto para meio ambiente como para a qualidade de vida das pessoas. Quanto mais se consome, mais é preciso trabalhar para produzir os insumos e para ter como comprá-los. Será que vale a pena? 

O mundo globalizado produz muito mais do que consegue dar conta de utilizar, mais comida, mais roupa, mais produtos eletrônicos…Pode parecer absurdo, mas muita comida é jogada fora, roupas são recicladas e produtos eletrônicos destruídos. Essas atitudes são as piores possíveis para o meio ambiente, que é prejudicado durante a fabricação e novamente durante o descarte. Veja mais sobre isso aqui, aqui e aqui.

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Precisamos mudar nossos hábitos para que as empresas também mudem. Qualquer transformação é um desafio, mas precisamos superá-los para crescer como pessoas. Uma coisa simples que pode ser feita é consertar os objetos e utilizá-los ao máximo antes de jogar fora. 

Ter a consciência do que faz bem e do que faz mal é o primeiro passo. O segundo, é buscar informações do que fazer para melhorar, e o terceiro (e o mais difícil) é começar a mudar.

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Os recursos naturais do nosso planeta não vão durar para sempre, a nossa vida também pode acabar a qualquer momento. Com essa reflexão, convido todos a gastarem menos com objetos e a investirem mais em experiências, momentos e trocas de conhecimento.

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