Um dos meus momentos preferidos do ano está chegando, o Festival Lollapalooza. Eu simplesmente amo a energia que os shows me dão, é como um combustível para seguir em frente. Amo ouvir música, e quando ouço bandas que me identifico, ao vivo, parece que o mundo faz mais sentido. Vai ser a 4ª vez que vou nesse Festival e sempre tenho que fazer alguma escolha difícil entre o que assistir porque são três palcos diferentes com muitos artistas bons. Esse ano eu gostaria de ver mas vou deixar para próxima: The Chainsmokers, The Weeknd, Glass Animals, entre outros. E os escolhidos são:

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Dia 25 / Sábado

Suricato – Eles tem um estilo com bastante personalidade, tocam uma mistura de folk com indie rock, e as letras das músicas são bem poéticas. Já fui em um show deles em Porto Alegre há uns 2 anos, que foi muito bom. Eles animaram bem o público durante todo o tempo e ainda receberam no camarim, depois do show, quem quisesse tirar foto com eles.

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Cage The Elephant – Acho que é uma das melhores bandas de rock da atualidade, não param de lançar músicas boas. Já vi dois shows deles, em outras duas edições do Lollapalooza, e eles sempre vão estar na minha list dos Must See. O estilo deles, é bem rock and roll, com uma pegada punk, grunge, e indie. Eles tem músicas boas pra dançar e outras mais melancólicas. O vocalista Matt, tem muita energia no palco, no último show que eu vi ele não parou um segundo e até se jogou em um Mosh.

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Rancid – É uma tradicional banda de punk rock criada nos anos 90, acho que não faz tanto sucesso porque não é tão pop e tão engraçado como Blink 182, Green Day e The Offspring. Eu conheço pouco dessa banda, mas quero ver o show porque parece ser bem animado.

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The xx – Mudando drasticamente da rebeldia do punk rock para a calmaria de uma banda indie. Gosto muito de ouvir The XX para relaxar e as vezes até para dormir. Eles tem um estilo bem original: dramático, emotivo e com batidas eletrônicas. Estou bem curiosa para ver ao vivo.

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Metallica – Dispensa apresentações, quem nunca ouviu falar de Metallica?! O álbum ‘Master of Pupets’ laçado 1986  foi um dos mais influentes do gênero trash metal, e até hoje é um clássico do metal. A música, de mesmo nome, critica as drogas e fala sobre a maneira que manipulam seus usuários, como marionetes. Com mais de 30 anos de atividade Metallica já gravou 10 álbuns, ganhou 9 Grammy’s, sendo 8 desses de Melhor Performance. Eles vieram para Porto Alegre em 2010 e eu não fui porque o local era péssimo.  Esse show tem todo o potencial para encerrar magnificamente o primeiro dia de festival com muita nostalgia de riffs rápidos e batidas pesadas.

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Dia 26 / Domingo
Céu – Uma das maiores cantoras de MPB da atualidade, o sucesso de Maria do Céu é mundial, seu primeiro disco alcançou a posição 57 na lista ‘Hot 100’ da Billboard. Em 15 anos de carreira, já foi indicada a 6 Grammy’s e ganhou o Grammy Latino na categoria ‘Melhor álbum de pop contemporâneo em língua portuguesa’ por Tropix, seu último álbum, que é cheio de batidas eletrônicas. Ela consegue imprimir a personalidade brasileira na música com modernidade, e tem uma voz deliciosa de se ouvir.

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Vance Joy – É um cantor que está começando, tem apenas um álbum lançado. Eu conheci Vance Joy pelo The Voice americano porque um dia os participantes cantaram ‘Riptide’ e aquela música me emocionou muito. Pesquisando mais sobre o trabalho dele, senti que na maioria das músicas ele transmite uma alegria e um romantismo contagiantes. Quando o ouço tenho vontade de sorrir, abraçar meus amigos, e sair dançando. 

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Jimmy Eat World – Esse show é para fazer feliz a Mônica adolescente. Eu ouvia muito Jimmy Eat World, Dashboard Confessional, The Get Up Kids, The Ataris, bandas antes caracterizadas como emocore, que hoje se enquadram no gênero de rock alternativo. Eles já tem 7 álbuns lançados, mas o álbum de maior sucesso da banda ainda é o Bleed American, de 2001. Viva a nostalgia.

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Melanie Martinez – Essa cantora de apenas 21 anos, começou a escrever músicas aos 14, e participou do programa The Voice americano com 16 anos, e dois anos depois lançou seu primeiro CD. O sucesso não foi por acaso, ela tem uma voz única e um estilo excêntrico. Os temas das músicas geralmente são sombrios: insanidade, violência, ditadura da beleza. Ela contrasta isso com um visual meigo e infantil, mostrando que nem tudo parece ser como é.

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The Strokes – Cada vez que lembro que vou ver eles ao vivo, começa a me dar uma crise de ansiedade. Sei que vou dançar muito, cantar muito e serei muito, muito feliz de poder estar lá, presenciando esse show ao vivo. The Strokes revolucionou o rock dos anos 2000, tirou o holofote do emo e lançou a moda do indie rock (e dos hipsters). Com o primeiro álbum da banda, This Is It, em 2001, eles conseguiram reviver o modo cru da arte do rock que o Velvet Undergorund fazia nos anos 70, mas de uma maneira moderna. O foco do estilo deles é a guitarra e o ritmo dançante que ela consegue criar misturada com sintetizadores.

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