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Rei Arthur – A lenda da espada

O novo filme baseado na história do Rei Arthur estréia nos cinemas essa semana. Eu tive a oportunidade de assistir previamente e já vim contar que o filme tem muita ação do início ao fim e também tem grandes efeitos especiais. Em duas horas de duração, a maioria das cenas são rápidas e com os diálogos bem ágeis. Acho que esse é um estilo bem século XXI, de pessoas com pressa e ansiosas pelo desenrolar da trama.

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Na Natureza Selvagem

Dois anos ele caminha pela terra.
Sem celular, sem piscina, sem animais de estimação, sem cigarros.
Liberdade definitiva.
Um extremista.
Um viajante estético cuja casa é
A ESTRADA
Libertado de Atlanta.
Tu não deves retornar, porque
“The West is the Best.”
E agora, após dois anos errantes
Vem a última e maior aventura.
O clímax da batalha para matar o falso ser interior
E vitoriosamente concluir a revolução espiritual!
Dez dias e noites de cargas de trem e caminhadas e dificuldades
Trazem-no para o Grande Norte Branco.
Não mais envenenado pela civilização
Ele voa e anda sozinho sobre a terra
Para tornar-se
Na natureza selvagem.

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Chelsea Hotel: o ponto de encontro da boemia americana no século XX

Localizado no bairro de Manhattan em Nova Iorque desde 1884, e transformado em hotel em 1905, o Chelsea funcionava tanto como casa permanente como provisória para todo o tipo de pessoa relacionada às artes: modelos, escritores, atores, músicos, artistas visuais, fotógrafos, dançarinos. Não era obrigatório trabalhar com arte para se hospedar no Chelsea, mas acontece que o gerente e sócio do hotel David Bard acreditava no talento dos artistas, e quando estes não tinham dinheiro para pagar o aluguel, ele ficava com suas obras como garantia de empréstimo ou lhes oferecia algum trabalho no Hotel. Isso tornou o Chelsea uma grande casa de artistas.

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Laranja Mecânica: os limites da liberdade sobre o controle do estado

Conheci primeiramente, o filme Laranja Mecânica, que foi dirigido por Stanley Kubrick em 1971, me apaixonei tanto pela história por falar sobre política e filosofia, como pela representação visual completamente excêntrica, simbólica e criativa. Mais tarde, descobri que o filme é uma adaptação do livro de mesmo nome, escrito por Anthony Burgess em 1962. O livro foi inovador por usar palavras inventadas criando uma linguagem própria que transporta o leitor para um ambiente diferente, mas onde há semelhanças de comportamento com o mundo em que vivemos.

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Séries dos anos 90 que valem a pena ver de novo

Não há dúvidas de que a moda dos anos 90 está de volta: gargantilhas, blusas top cropped (que na época eram chamadas apenas de ‘top’ ou ‘blusinha de barriga de fora’), calça rasgada, e jaqueta jeans com patches e bottons são algumas das peças mais estilosas hoje em dia. Além das roupas, podemos resgatar também um pouco do entretenimento da época, e pensando nisso vou contar sobre as minhas três séries favoritas dos anos 90 que continuam sendo boas em 2016.

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Paris: Museu de Orsay

Antes de entrar no museu já se fica encantado com a beleza do prédio e o clima ao redor. Com o Rio Sena de um lado, bistrôs e cafés no estilo francês do outro, e por vezes, uma banda instrumental tocando na escadaria da entrada. Tudo isso, mais as incríveis obras das galerias, fazem o D’Orsay ser o meu museu favorito.

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Paris – Montmartre: Moulin Rouge

Moulin Rouge

O Moulin Rouge é um dos lugares que eu mais estava ansiosa para conhecer quando fui à Paris, principalmente por causa do filme e de sua história com a arte e a música. Perdi a conta de quantas vezes já vi o filme, e algumas delas inclusive com os extras de making-of. Eu que não sou uma pessoa muito romântica me encantei demais com o romance de Christian (Ewan McGregor) e Satine (Nicole Kidman), a história pode ser comparada com Romeu e Julieta, um amor impedido de acontecer, mas nesse caso não há família envolvida e sim dinheiro e fama. Sempre me emociono quando ouço a música Your Song do Elton John que é cantada em uma das cenas românticas do filme.

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