Vila flores é um complexo de educação, cultura e negócio. Localizado em um antigo condomínio construído em 1928 que estava abandonado e voltou a ter relevância nos últimos anos a partir de um revitalização na construção.  

No bairro Floresta, em Porto Alegre, costumava ser um condomínio com vários apartamentos, com um grande pátio de uso comum e um estábulo. Essa arquitetura integrada me lembrou muito o conjunto onde se passa a série Chaves. Consigo imaginar os vizinhos se conversando pela janela e as crianças correndo pelo pátio. 

A revitalização do local está acontecendo aos poucos, nem todas as estruturas arquitetônicas estão prontas, mas grande parte da construção já está sendo reutilizada. O propósito não é mais utilizar o espaço como moradia mas sim para fomentar o encontro de pessoas com um interesse comum.  

Frequentemente acontecem diversas atividades no Vila Flores, como exposições de artistas, shows e feiras. Além disso há salas ocupadas por escritórios, um espaço coworking e até um bistrô. No ramo educação, lá acontecem cursos e oficinas, como aulas de yoga e aulas de francês com refugiados. 

Em 2016 eu participei do Festival Beltrane que aconteceu no Vila Flores. O evento foi maravilhoso e o espaço muito bem utilizado, tinha palco com apresentações, feirinha de artesanatos, tenda de oráculos e estandes de comidas e bebidas. Estou ansiosa por mais eventos assim. A agenda de atividades está disponível no site vilaflores.wordpress.com.

 

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2 Comments on Vila Flores: vida, espaço e edifícios

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